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CEO da SAS Smart assina artigo sobre saúde digital em livro

"Saúde 1.5, uma nova engrenagem para um grande sistema de saúde" é o tema do capítulo que a CEO da SAS Smart, a médica Adriana Mallet, escreveu no livro "Lei Geral de Proteção de Dados e o controle social da saúde", publicado em junho pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS). O artigo de Adriana encerra a publicação.


Captura de tela com o título do artigo de Adriana, com os dizeres: CAPÍTULO 15 - SAÚDE DIGITAL 1.5: UMA NOVA ENGRENAGEM PARA UM GRANDE SISTEMA DE SAÚDE - O papel das parcerias público privadas junto ao CNS na melhoria do SUS e vigilância de dados sensíveis conforme a LGPD no Brasil/ Adriana Mallet Toueg
"Ao longo do texto, expus minha visão sobre os principais desafios para implementar a saúde digital junto ao SUS, especialmente a capacitação, a interoperabilidade e a conectividade, nessa ordem de dificuldade" - Adriana Mallet


Livro nasceu em seminário do CNS

Imagem retangular mostra capa do livro, de cor majoritariamente verde, com imagem transparente de médica com símbolos diversos sobrepostos; na parte alta da imagem, aparecem os nomes dos organizadores e o logo da editora; na parte de baixo, aparece o texto: "Série Participação Social e Políticas Públicas -- LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS E O CONTROLE SOCIAL DA SAÚDE"
Capa do livro

Em 2021, os autores dos artigos que compõem a coletânea participaram do seminário "LGPD na Saúde: o CNS como articulador dos interesses da sociedade brasileira em defesa da vida", evento online e gratuito organizado pelo CNS. A partir do evento, três eixos de discussão foram criados, dando origem aos textos:

  • Acesso universal à saúde na sociedade da informação

  • Governo, transformação digital, cidadania e o controle social da saúde

  • Aspectos da saúde digital e da ética em pesquisa à luz da LGPD


SUS, startups e setor privado

Em seu artigo, Adriana abordou o papel das startups e a importância de construir alianças entre os setores público e privado como forma de expandir o acesso à saúde, principal bandeira das soluções da SAS Smart.


"Parcerias responsáveis são aquelas que se preocupam em manter o paciente conectado ao sistema de saúde e que entregam a eles os dados de atendimentos na jornada do cuidado", diz Adriana. "O desafio é colocar isso em prática, face aos sistemas em uso atualmente".


Homem e mulher, ambos brancos, de meia idade, posam para foto sobre totem com os dizeres Estação Digital, logos do SUS e do governo brasileiro e um selo com a inscrição "Amanhã vai ser um outro dia!/ SUS" sobre o nome do evento: Conferência Nacional de Saúde
Os organizadores do livro no evento de lançamento, em Brasília (foto: Arquivo pessoal/ Angélica Baptista Silva)

A obra é organizada por Angélica Baptista Silva, pesquisadora da Fiocruz e líder do Grupo de Pesquisa em Telessaúde e Sistemas de Saúde do CNPq, e por Francisco José Aragão Pedroza Cunha, membro do Grupo Temático sobre Informação em Saúde e População (GTISP) da ABRASCO.


Em publicação recente no LinkedIn, a pesquisadora ressalta a "extrema importância" do artigo de Adriana: "Foi uma bela maneira de encerrar essa coletânea de artigos", escreveu, ao afirmar que a coletânea é feita "por e para quem cuida da população brasileira".


O livro "Lei Geral de Proteção de Dados e o controle social da saúde" foi lançado pela Editora Rede Unida no início de julho, durante a 17ª Conferência Nacional de Saúde, em Brasília (DF). A editora apoia o ensino, a pesquisa e a extensão em Saúde Coletiva no Brasil, além de publicar a revista Saúde em Redes.


"A proteção dos dados pessoais é um tema crucial para o controle social da saúde nesses tempos de capitalismo de vigilância em que há uma troca constante da privacidade dos indivíduos por serviços", afirma o site da editora, sobre o livro.


O livro pode ser baixado gratuitamente no site da editora.


Foto de capa: Reprodução


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