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Mais que sistemas, telessaúde exige processos estruturados

Na SAS Smart, temos a certeza de que, para o sucesso de um projeto de telessaúde, não bastam infraestrutura física ou plataformas eletrônicas: é necessário ter pessoas capacitadas e preparadas para o desafio. Mais do que isso, é preciso fazer uma mudança na cultura, nos processos de quem implementa a telessaúde em suas atividades.


É por isso que nos projetos que conduzimos, além do nosso sistema de prontuário eletrônico próprio, o SIAS, e das unidades físicas, como as cabines e as unidades de telessaúde, cuidamos dos cursos e da capacitação dos profissionais. Tudo começa pelas pessoas.



E não para por aí. Nossa experiência nos ensinou que deve-se definir claramente os projetos e entender os problemas que precisam ser resolvidos. Na sequência, rever os processos já adotados e mapear todas as pessoas envolvidas, para que possam ser capacitadas e para que, a partir delas, exista um fortalecimento da cultura digital.


Só depois dessa trajetória é possível pensar na implementação de plataformas e soluções digitais voltadas para a saúde.

Logo do Aplicativo para Gestão de Hospitais Universitários (AGHU)

Ao contrário do que muitos pensam, as melhores plataformas nascem do conhecimento certo dos processos de um projeto em uma instituição. Um bom exemplo disso vem de Porto Alegre. O AGHU (Aplicativo para Gestão para Hospitais Universitários) foi desenvolvido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) por profissionais que já desenvolviam ações nos hospitais: pessoas já capacitadas e acostumadas à realidade do fluxo de atendimentos e de gestão das unidades de saúde.


Assim como as soluções da SAS Smart, o AGHU nasceu a partir dos serviços de saúde e dos processos conhecidos pela equipe que o criou – e não o contrário. O desenvolvimento do sistema começou em 2009, como parte de um programa de reestruturação de hospitais universitários federais. Os primeiros módulos do AGHU foram implantados em agosto do ano seguinte em uma maternidade de Curitiba (PR).


Padronização e ampliação

A partir de um acordo de cooperação, o AGHU, que já tem protagonismo no prontuário usado nacionalmente nos hospitais universitários federais, passará a ser utilizado também em todas as instâncias especializadas de média e alta complexidade do SUS. Hoje, o sistema já é usado pelos 41 hospitais universitários federais geridos pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal vinculada ao Ministério da Educação (MEC).


"O AGHU conta duas boas histórias que são exemplo e que aplicamos à nossa visão como empresa de saúde digital", diz Adriana Mallet, médica e CEO da SAS Smart, que explica: "o desenvolvimento feito a partir de um profundo conhecimento dos processos e das necessidades das pessoas que usam e a proximidade do desenvolvimento e do uso com o ambiente de ensino".


Atualmente, o SIAS é usado nas maiores universidades do Estado de São Paulo, como USP, Unifesp e Unicamp, em ambulatórios de saúde digital. "Esse uso gera trocas e melhoria contínua do sistema", afirma Adriana. Ela lembra que, enquanto o AGHU foca em pacientes em atendimentos presenciais nos hospitais, o SIAS cuida de toda a jornada do paciente na telessaúde. "O espaço que buscamos ocupar não é nem a atenção primária, nem o hospital: é o recheio entre estas duas coisas e sempre focado no potencial da saúde digital, nossa especialidade", explica.


Para Adriana, o exemplo do AGHU mostra que a implementação da saúde digital vai muito além de pensar uma plataforma. "Nossa visão é a de que a telessaúde vá pelo mesmo caminho do protagonismo que o AGHU promete ocupar nos hospitais do SUS", diz.


Capacitações SAS Smart

Os cursos de capacitação em telessaúde oferecidos pela SAS Smart partem de uma abordagem customizada ao papel que o aluno tem ou terá no projeto de implantação da telessaúde em seu dia a dia no trabalho. Em comum, os cursos oferecem um eixo com os seguintes temas:

  1. O que é inovação e os 6 passos para fazer a inovação acontecer;

  2. Inovação na saúde e o potencial da saúde digital como ferramenta inovadora para promover o acesso à saúde;

  3. A telessaúde no Brasil e no mundo, com cases de sucesso, telepropedêutica etc.

  4. Empatia no atendimento em saúde digital.

Fale com a gente para entender como podemos ajudar na implementação da saúde digital no seu serviço de saúde.


Foto de capa: Tima Miroshnichenko/Pexels


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